Uma guerra de egos sem precedentes tomou conta do núcleo duro da gestão Bruno Cunha Lima. O desentendimento seria declarado e o secretariado já nem se fala mais direito, com a Prefeitura cheia de “panelinhas”.
De um lado, a secretária de Desenvolvimento Econômico, Tamela Fama, se movimenta intensamente para tentar viabilizar um modelo que permita a realização do Natal Iluminado — um dos poucos eventos capazes de gerar impacto imediato na imagem da gestão, hoje marcada pelo desgaste crescente e pelo caos administrativo e financeiro.
Do outro lado, os super-secretários Gustavo Braga (Finanças) e Diogo Lyra — aquele estudante de medicina em tempo integral que diz que comanda a Administração — estariam travando decisões, criando obstáculos e vendendo dificuldades ao próprio prefeito, que já não sabe mais a quem ouvir dentro do seu próprio governo.
Fontes internas afirmam que o impasse virou uma queda de braço aberta, escancarando o desgaste interno e a fragilidade política de Bruno, que acompanha o conflito como mero espectador, enquanto a cidade afunda em mais um capítulo de desorganização.
E a pergunta que ecoa no Palácio do Bispo é simples e explosiva:
Quem vence esse embate?
A secretária que tenta resgatar o mínimo de imagem pública para um governo derretido?
Ou a dupla que, diante do colapso financeiro, tenta manipular o prefeito e toda a administração?
Enquanto isso, a única certeza é que a guerra está declarada — e quem continua pagando a conta é a população.