A disputa por votos para deputado federal em Campina Grande já começou a ganhar temperatura — e a cidade deve assistir a um dos cenários mais acirrados dos últimos anos. Nomes tradicionais, novas apostas e grupos rivais vão dividir o mesmo território eleitoral, cada um tentando ocupar espaço e consolidar nichos específicos dentro da Rainha da Borborema.
A lista de pré-candidatos que disputarão o eleitorado campinense evidencia o tamanho e a força do confronto:
Agnaldo Ribeiro – atual deputado federal; experiente, estruturado e tradicionalmente forte na região.
Cabo Gilberto Silva – atual deputado federal; nome fortíssimo da direita e favorito entre o eleitorado conservador.
Carol Gomes – atual vereadora; aposta local que busca consolidar e ampliar sua base própria.
Damião Feliciano – atual deputado federal; presença constante, articulado e com grande capacidade de sobrevivência política.
Fábio Tyrone – fortalecido pelo Sertão e Vale do Piancó, chega com estrutura ampliada para disputar Campina.
Hugo Mota – atual presidente da Câmara dos Deputados; nome de peso nacional com forte capacidade de articulação.
Leonardo Gadelha – atual suplente de deputado federal; nome tradicional dos Gadelha, com bases sólidas no Alto Sertão.
George Morais – atual deputado estadual, irmão do senador Efraim Morais; vem forte do Sertão mirando o eleitor urbano campinense.
Jhony Bezerra – aposta do governo estadual e nome em ascensão na saúde, ainda impulsionado pelo recall da campanha a prefeito.
Murilo Galdino – atual deputado federal; cresce com apoio político estruturado e presença constante em Campina Grande.
Pedro Cunha Lima – ex-deputado federal; filho de Cássio e neto de Ronaldo, mantém elevado apelo na cidade.
Ricardo Barbosa – atual suplente de deputado federal e secretário de Estado, presidente da Companhia Docas; nome forte no governo.
Romero Rodrigues – atual deputado federal; principal puxador de votos da cidade e uma das maiores forças eleitorais da Paraíba.
Wellington Roberto – atual deputado federal; experiente, tradicional e com presença marcante em Campina.
A disputa será movida por alianças, acordos silenciosos, promessas, atritos, rompimentos e sobreposição de territórios políticos. Grupos que antes estavam alinhados agora se enfrentam, gerando uma batalha intensa por bases, lideranças comunitárias e apoios estratégicos.
Campina Grande — tradicional palco de embates pesados — deve viver, em 2026, um dos capítulos mais competitivos da sua história política.
E uma certeza permanece: ninguém terá vida fácil.
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