A saúde pública de Campina Grande volta a viver momentos de tensão máxima. Motoristas do SAMU denunciam um novo atraso salarial por parte da Prefeitura e afirmam que a situação chegou ao limite. Sem dinheiro na conta, com dívidas acumuladas e sem qualquer previsão oficial de pagamento, a categoria já fala abertamente em cruzar os braços.
O recado foi direto e sem rodeios: se não houver pagamento imediato, as ambulâncias podem parar a qualquer momento.
Os profissionais que estão na linha de frente do atendimento de urgência — responsáveis por conduzir equipes médicas em ocorrências que salvam vidas todos os dias — relatam que continuam trabalhando mesmo sem receber, enfrentando uma realidade considerada insustentável.
Segundo apuração do portal PB DEBATE, o clima é de revolta e indignação. Motoristas afirmam que estão com contas atrasadas, sendo cobrados por bancos e sem condições básicas de manter o sustento de suas famílias.
A possível paralisação acende um sinal vermelho na cidade: sem motoristas, não há ambulâncias nas ruas — e sem ambulâncias, a população fica sem socorro em momentos críticos.
Até o momento, não foi apresentada uma solução concreta para o problema, nem um calendário oficial de pagamento.
A crise atinge diretamente um dos serviços mais essenciais do município e expõe, mais uma vez, a fragilidade na gestão da saúde pública.
Campina Grande agora vive a expectativa de um desfecho imediato, enquanto profissionais seguem trabalhando sob pressão, sem salário e com o sentimento de abandono.
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