A máscara da propaganda oficial de BCL começa a cair. A mais nova pesquisa do Instituto Índice escancara o que a população de Campina Grande sente há tempos nas ruas, nos hospitais, nas escolas e no bolso: a gestão Bruno Cunha Lima (União Brasil) está mergulhada em descrédito e rejeição.
De acordo com o levantamento, 59,66% dos campinenses desaprovam o governo municipal, contra apenas 28,37% que ainda o defendem — uma minoria que parece viver em uma Campina diferente, talvez aquela das redes sociais e dos outdoors pagos com dinheiro público.
A reprovação não é gratuita. A cidade vive um verdadeiro colapso administrativo e financeiro: salários atrasados, contratos emergenciais sob suspeita, servidores desmotivados e a saúde em frangalhos, e um transporte público cada vez.
Nos bairros, o reflexo é de abandono generalizado. Ruas esburacadas, obras paradas, Unidades Básicas de Saúde sem médicos, hospitais sem insumos e pacientes sendo empurrados de um lado para outro — enquanto a prefeitura insiste em discursos vazios e festivais de autoelogio.
A pesquisa, realizada entre os dias 8 e 9 de novembro confirma o que o cidadão campinense já percebeu na prática: a gestão de Bruno Cunha Lima perdeu o rumo e a confiança popular.
Campina Grande, que já foi exemplo de organização e planejamento, hoje amarga o peso de uma prefeitura que parece ter se tornado refém de interesses privados e má condução dos recursos públicos.
Se o prefeito ainda tenta negar o caos, os números falam mais alto: seis em cada dez campinenses rejeitam a sua administração — e isso, em política, é o retrato mais fiel da falência de um governo.
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