O vereador Wellington Cobra (PSB) denunciou um desmonte brutal e irresponsável da saúde pública em Campina Grande, após a decisão da Secretaria Municipal de Saúde de fechar 22 farmácias básicas que funcionam em postos de saúde e policlínicas do município.
Segundo o parlamentar, a medida foi tomada de forma silenciosa, sem aviso oficial à população e sem qualquer debate institucional. A informação teria sido repassada apenas por meio de grupos de WhatsApp de servidores, o que expõe o nível de improviso, desorganização e desprezo da gestão com a sociedade.
O fechamento das farmácias aprofunda um cenário já marcado pelo colapso: unidades sem médicos, falta crônica de medicamentos, estrutura física sucateada e atendimento cada vez mais precário nos bairros. A retirada das farmácias básicas representa o fim do mínimo. O cidadão agora é obrigado a escolher entre passar necessidade ou comprar remédios com dinheiro que não tem.
“É uma política de crueldade administrativa. A gestão economiza em cima da dor do povo, fecha serviços essenciais e abandona quem mais precisa. Isso não é ajuste financeiro, é falência moral e administrativa”, disparou Wellington Cobra.
A Prefeitura de Campina Grande segue em silêncio absoluto. Nenhuma nota, nenhuma explicação, nenhuma alternativa. O fechamento das farmácias não é um episódio isolado, mas parte de um processo contínuo de desmontagem da saúde pública, que empurra a população para o abandono e transforma o direito constitucional à saúde em letra morta.
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