O comunicador e ex-servidor do SAMU, Marcos Oliveira (@marcosreporteroficial), denunciou nas redes o colapso da Saúde Pública de Campina Grande sob a gestão do prefeito Bruno Cunha Lima, revelando salários atrasados, hospitais sucateados e o abandono dos profissionais que mantêm o sistema funcionando.
Segundo Marcos, médicos estão há 4 meses sem receber e técnicos e servidores de apoio há 2 meses, enquanto faltam medicamentos, insumos e até alimentação para pacientes.
“O que está acontecendo é um escândalo. A saúde virou um campo de guerra”, afirmou o comunicador.
O Hospital Pedro I e as UPAs do Alto Branco e Dinamérica vivem situação crítica, com falta de pessoal, sobrecarga e paralisações silenciosas.
A crise levou o Ministério Público da Paraíba a mover duas ações judiciais contra a Prefeitura, cobrando a regularização imediata dos salários atrasados e a melhoria urgente das condições de atendimento na rede municipal.
Enquanto isso, o SINTAB anuncia novos protestos, denunciando violação de direitos trabalhistas e má gestão dos recursos públicos da saúde.
Há denúncias de que a Prefeitura estaria priorizando o pagamento de contratos por dispensa de licitação, deixando servidores e pacientes em segundo plano.
Nas redes, o desabafo de Marcos viralizou, ampliando a pressão sobre a gestão municipal.
A oposição cobra a instauração de uma CPI da Saúde, enquanto o MPPB segue apurando as denúncias e pedindo medidas urgentes à Justiça.
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