Imagens divulgadas nas redes sociais por um blogueiro local revelam um cenário alarmante no Açude Velho, principal cartão-postal de Campina Grande. O que deveria ser símbolo de identidade e convivência virou retrato de descaso: água escura, forte mau odor, assoreamento visível e registros recorrentes de peixes mortos, indicando grave degradação ambiental.
Relatos apontam para a combinação de poluição contínua e baixa oxigenação da água, fatores que comprometem a vida aquática e afastam moradores e visitantes. Em períodos de estiagem, a situação se agrava, com a lâmina d’água recuando e áreas antes submersas ficando expostas — um sinal claro da falta de manutenção e de políticas efetivas de preservação.
Construído em 1831, o Açude Velho é um dos reservatórios mais antigos da região e patrimônio histórico e cultural da cidade. A negligência atual não afeta apenas o meio ambiente: compromete o turismo, a paisagem urbana e a qualidade de vida da população. Até o momento, não há resposta concreta da Prefeitura sobre ações emergenciais de recuperação, fiscalização ou revitalização.
Diante do quadro, cresce a cobrança por medidas imediatas e transparentes. A recuperação do Açude Velho não é favor político; é obrigação administrativa com um bem público que pertence à história de Campina Grande e às próximas gerações.
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