O que parecia ser apenas mais um contrato da Prefeitura de Campina Grande pode se transformar em um escândalo de proporções devastadoras.
Denúncias encaminhadas ao blog apontam que a lavanderia Lavamedi, contratada pela Secretaria de Saúde da gestão Bruno Cunha Lima, pode ser apenas a ponta do iceberg de um possível esquema milionário.
A empresa — que já recebeu mais de R$ 3 milhões apenas em 2025 — foi criada no apagar das luzes de 2024, no dia 23 de dezembro, e tem como controladora uma holding empresarial registrada em uma simples casa de bairro em Campina Grande.
O endereço, modesto e discreto, não condiz com o volume de contratos públicos e valores movimentados em tão pouco tempo.
As informações revelam que a mesma holding controlaria mais de uma dezena de outras empresas, todas com CNPJs diferentes, mas atuando em áreas diversas da Prefeitura de Campina Grande — entre elas, alimentação, merenda escolar, construção civil, limpeza e fornecimento hospitalar.
Os dados levantados até o momento apontam para a possibilidade de um complexo sistema de fachada, criado para distribuir contratos milionários de forma fragmentada, dando aparência de legalidade a um eventual conluio empresarial com recursos públicos.
Se confirmadas, as denúncias podem revelar um dos maiores escândalos da gestão Bruno Cunha Lima, com implicações políticas, jurídicas e criminais profundas, atingindo diretamente o coração da Secretaria de Saúde de Campina Grande.
⸻
#CasoLavamedi #GestãoBrunoCunhaLima #EscândaloEmCampina #CampinaGrande #SaúdePública #DinheiroPúblico #AuditoriaJá #CriseNaSaúde #Lavamedi #PrefeituraDeCampinaGrande #TransparênciaJá #PontaDoIceberg