Em plena festa da padroeira — quando aconteceu recentemente, um dos momentos mais tradicionais, simbólicos e respeitados do calendário religioso campinense — a Igreja Católica ficou no escuro. Faltaram iluminação, estrutura básica e, sobretudo, o mínimo de respeito institucional a um evento que mobiliza milhares de fiéis e integra a identidade histórica, cultural e religiosa da cidade.
O contraste é inevitável. Em João Pessoa, o evento promovido pela Prefeitura com Frei Gilson moveu a Paraíba e o Brasil, com uma transmissão ampla, organizada e respeitosa, que mostrou, na prática, o compromisso da gestão municipal com a fé, a cultura e o diálogo com todas as religiões. Foi uma demonstração clara de sensibilidade institucional, planejamento e valorização da religiosidade popular.
Já em Campina Grande, o cenário foi oposto: descaso, improviso e silêncio do poder público municipal diante de uma celebração centenária. A ausência da Prefeitura não pode ser tratada como mero erro administrativo. Foi um gesto político, que revela prioridades e expõe, de forma constrangedora, a falta de atenção e respeito com a Igreja Católica e com a população que mantém viva essa tradição.
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