"ELE É UMA CATÁSTROFE", AFIRMOU O CHANCELER DO CESED/UNIFACISA
Durante a entrevista bombástica na Rede ITA, na última quarta-feira, Dalton Gadelha rasgou o véu da fantasia que Bruno Cunha Lima tenta vender. Não sobrou narrativa, desculpa ou invenção de última hora. Dalton desmontou cada linha do roteiro fabricado pela prefeitura, expôs contradições, relatou dados, e escancarou que Bruno governa com discursos — não com resultados.
Dalton deixou claro que a gestão de Bruno vive de distorções grosseiras, acusações sem fundamento e uma tentativa desesperada de manipular a opinião pública. Quando Bruno tentou atacar o CESED/UNIFACISA, Dalton devolveu com dados oficiais, provando que o prefeito tenta distorcer e confundir porque não tem obra, não tem comando e não tem rumo.
A PREFEITURA DE CAMPINA GRANDE SE TRANSFORMOU EM UM CAOS ADMINISTRATIVO/FINANCEIRO E JÁ NÃO PAGA O QUE DEVE A VÁRIOS DOS SEUS FORNECEDORES.
O tom subiu quando Dalton afirmou que Campina Grande está abandonada, tomada pelo retrocesso, com serviços essenciais à deriva e um prefeito que virou símbolo de desordem administrativa. Para ele, Bruno perdeu o respeito político, perdeu apoio e perdeu credibilidade — resta apenas a fantasia do cargo e a vitrine do marketing.
E aí veio a frase final, a mais cortante da noite, o recado direto, curto e devastador:
“A desonra gera vivo/morto.”
Dalton deixou claro o que isso significa: Bruno está lá, sentado na cadeira, mas politicamente já não existe. Respira, mas não governa. Anda, mas não lidera. Ocupa o cargo, mas morreu na confiança da população, da classe política e das instituições.
Campina Grande assistiu, ao vivo, ao diagnóstico de um prefeito que se tornou vivo na formalidade, morto na credibilidade.
#RapidinhasDoMF #RedeITA #DaltonGadelha #BrunoCunhaLima #PoliticaPB #CampinaGrande #ExclusivoPoderPB