“DEPOIS DO TEMPO DE CALAR E O DE FALAR, CHEGOU A HORA DE BRUNO CUNHA LIMA TRABALHAR !!”: DALTON GADELHA EXPÕE DADOS DO CESED/UNIFACISA E DESMONTA NARRATIVA DO PREFEITO SOBRE POSSÍVEIS DÍVIDAS COM IMPOSTOS E O PROBEM, QUESTIONANDO A IGNORÂNCIA, OU A MÁ-FÉ,



As declarações do chanceler do CESED/UNIFACISA, Dalton Gadelha, repercutiram fortemente após sua entrevista na Rede ITA, afiliada da TV Cultura na Paraíba. Durante a conversa, Dalton apresentou dados oficiais do grupo educacional e deixou evidente que a Unifacisa não deve, e jamais deveu, um único centavo de imposto a qualquer esfera de governo no Brasil, desmontando mais uma narrativa construída pelo inexperiente prefeito Bruno Cunha Lima — que parece insistir em transformar desinformação em política pública.

Além disso, Dalton questionou duramente a ignorância pública — ou possível má-fé — do prefeito sobre o PROBEM, programa criado há anos pelo ex-prefeito Romero Rodrigues, totalmente auditado e com prestações de contas enviadas a cada seis meses à própria PMCG, garantindo que milhares de estudantes de Campina Grande estudem TOTALMENTE DE GRAÇA em uma das melhores instituições de ensino superior do Nordeste. O chanceler destacou que o PROBEM é uma das mais importantes ferramentas de inclusão e ascensão social já implantadas no município, e que a desinformação deliberada da atual gestão sobre o programa é, na melhor das hipóteses, irresponsável.

A entrevista gerou forte repercussão política, administrativa e educacional, intensificando ainda mais a desnecessária e descabida tensão com o grupo Unifacisa, que foi criada de forma forçada e como pano de fundo para esconder os verdadeiros problemas da gestão Bruno Cunha Lima — uma administração atolada em crises e dívidas acumuladas em todas as áreas, incapaz de apresentar soluções mínimas para o colapso que ela mesma aprofundou.

O blog já vem apurando há anos a falta total de pagamentos a hospitais filantrópicos conveniados (FAP, HELP, João XXIII e Antônio Targino), laboratórios, clínicas de exames especializados, fornecedores de insumos, instituições sociais, além de médicos há cinco meses sem receber, servidores com salários atrasados, aluguéis pendentes, falta de materiais básicos e ausência de pagamentos para profissionais de odontologia. Toda a rede municipal está sem remédios, sem insumos e sem manutenção, com hospitais literalmente caindo aos pedaços, colecionando mortes e operando em crise permanente.

A situação é tão grave que unidades essenciais como o Hospital Pedro I, Dr. Edgley, ISEA, Hospital da Criança e UPAs enfrentam interdições éticas, denúncias e colapso generalizado — enquanto o prefeito segue acumulando críticas, controvérsias e demonstrando total incapacidade administrativa.

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Blog do Milton Figueirêdo

Milton Figueirêdo

Jornalista com especialização em telejornalismo.

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