Em publicação na manhã desta terça-feira, Napoleão Maracajá afirma que Campina Grande vive uma crise profunda e que o prefeito Bruno Cunha Lima, após longo período de silêncio, voltou às mídias para culpar os servidores pela situação do município. Para Napoleão, essa postura revela falta de grandeza, incapacidade de reconhecer erros e ausência de liderança.
Ele destaca que a gestão de Bruno é amplamente rejeitada pela população e que, apesar das emendas enviadas por senadores e deputados, o município enfrenta falência no serviço de saúde, falta de medicamentos, insumos e atrasos generalizados no pagamento de fornecedores — citando inclusive o conflito com o Hospital Help.
Segundo o dirigente do Sintab, os servidores não são culpados, mas vítimas da gestão. Ele afirma que trabalhadores da saúde estão há mais de um ano sem receber no mês trabalhado, sem calendário definido, sem respeito, e que aposentadorias seguem travadas porque dependem de decreto do prefeito — impedindo progressões e avaliações.
Napoleão também denuncia perdas acumuladas, como o adicional de risco de vida congelado em R$ 92, e o fato de trabalhadores de apoio receberem menos de um salário mínimo. Para ele, nenhuma gestão tem sucesso atacando servidores, e Bruno falha ao persegui-los, ignorá-los e judicializar greves legítimas.
Ele afirma ainda que o prefeito deveria ter usado seu retorno às mídias para explicar o uso dos recursos da União, os investimentos do Tesouro Municipal em saúde e educação e apresentar resultados de auditorias e licitações — especialmente diante das acusações que envolvem a saúde pública da cidade.
Napoleão conclui dizendo que a fala do prefeito foi um desastre e que os líderes que o colocaram no comando da cidade também têm responsabilidade, já que Bruno nunca teve experiência administrativa. Para ele, a gestão demonstra desprezo pelos servidores e incapacidade de governar.
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