Enquanto diversas prefeituras paraibanas anunciam cortes e encerram contratos às pressas, Campina Grande parece viver numa realidade paralela. A crise administrativa e financeira só piora, os atrasos se acumulam, fornecedores seguem sem receber, médicos continuam com meses de salário atrasado, hospitais privados e filantrópicos não veem a cor do dinheiro — e, mesmo assim, a Prefeitura se prepara para torrar milhões de reais com luzes de Natal.
Diante do caos que domina a PMCG, a pergunta se espalha pelos corredores, grupos políticos e bastidores da gestão: Bruno Cunha Lima vai promover uma demissão em massa?
E mais: isso vai acontecer agora ou só quando apagar as luzes do Natal, depois do espetáculo milionário?
A crise é evidente. As secretarias não se entendem, as contas não fecham, os serviços públicos estão sucateados e o descontrole administrativo se tornou regra. Apesar disso, a Prefeitura insiste na velha tática do brilho: enfeitar a cidade com ornamentações caríssimas, enquanto a estrutura básica da administração se desmancha.
Nos bairros, a percepção é clara: a gestão terceiriza responsabilidades, falha na manutenção do básico, foge do debate e prioriza o marketing. A pergunta que fica é simples — e incômoda:
Como uma gestão que não consegue pagar médicos, fornecedores e servidores encontra dinheiro para montar um Natal milionário?
O contraste entre a realidade financeira da cidade e o gasto exorbitante com cenários natalinos acende um alerta: o que virá depois que as luzes forem desligadas?
Em Campina Grande, ninguém se surpreenderia se o espetáculo terminasse com uma tempestade de cortes, exonerações e demissões. Afinal, para uma gestão que vive de aparência, é sempre depois da festa que a conta chega.
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