FAMÍLIAS INTEIRAS GRITAM POR JUSTIÇA E IMPLORAM POR APURAÇÃO SÉRIA E PUNIÇÃO DOS CULPADOS: TRAGÉDIAS SEM FIM NO ISEA E NO PEDRO I EXPÕEM UM SISTEMA QUE DESABA SOB A GESTÃO BRUNO CUNHA LIMA; APESAR DE TANTAS MORTES DE MÃES E CRIANÇAS INOCENTES, NOS ÚLTIMOS 5 ANOS, O ABANDONO CONTINUA
É COMO SE AS MORTES DE MÃES E BEBÊS, ALÉM DA DOR PROFUNDA DE FAMILIARES, NÃO FIZESSEM A MENOR DIFERENÇA PARA AQUELES QUE VEM ADMINISTRANDO A PREFEITURA DE CAMPINA GRABDE HÁ CINCO ANOS.
Campina Grande vive um dos momentos mais sombrios da sua história recente. A morte brutal de um bebê durante o parto, a retirada do útero da mãe e o falecimento da própria gestante dias depois — tudo isso dentro de duas unidades administradas pela Prefeitura, o ISEA e o Hospital Pedro I — continua sem qualquer punição e são o cotidiano da casa hospital que registra mortes em sequência, ao invés do registro do dom da vida.
A família em questão, assim como as demais segue destruída. A cidade segue chocada. O poder público segue calado.
E a gestão Bruno Cunha Lima, mais uma vez, não oferece respostas.
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INVESTIGAÇÃO ABERTA, MAS… NENHUMA JUSTIÇA
O Ministério Público abriu investigação, como publicou o G1: