Enquanto a propaganda oficial vende uma cidade perfeita nas redes sociais, a realidade nas ruas é de colapso. Campina Grande encerra o ano mergulhada no abandono: lixo acumulado, buracos por toda parte, praças deterioradas, prédios históricos em ruínas e bairros da periferia largados à própria sorte.
A saúde pública entrou em estado crítico. Postos sem medicamentos e insumos, UPAs sobrecarregadas, hospitais municipais operando no limite e serviços essenciais comprometidos. Servidores sem salários, manifestações bloqueando vias e um clima de tensão permanente expõem o fracasso administrativo.
As dívidas se acumulam em todas as frentes. Fornecedores sem receber, aluguéis atrasados, prestadores de serviço, clínicas e profissionais da saúde no vermelho. Hospitais filantrópicos e fundações aguardam repasses há meses. Instituições sociais estão praticamente um ano sem pagamento. O Restaurante Popular fechou as portas.
Obras anunciadas não saem do papel, outras estão paralisadas, e o discurso oficial não resiste ao confronto com os fatos. A máquina administrativa dá sinais claros de exaustão financeira, desorganização e falta de planejamento.
Campina Grande termina o ano com um cartão-postal de abandono. A cidade real, longe dos filtros e slogans, vive um cenário de tragédia administrativa, descrédito institucional e prejuízo direto à população.
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