A Prefeitura Municipal de Campina Grande estaria se movimenta para enviar, nos próximos dias, mais um pedido de suplementação orçamentária à Câmara Municipal. Segundo fontes internas, o objetivo seria tentar uma nova manobra financeira para cobrir os rombos da Saúde e garantir o pagamento do 13º salário dos servidores, num cenário de caixa cada vez mais instável.
Vereadores confirmam que já aguardam a chegada do novo pedido — que deve representar mais um socorro financeiro à administração de Bruno Cunha Lima. Esta será apenas mais uma entre as várias suplementações solicitadas em 2025, reforçando a percepção de descontrole orçamentário na gestão municipal.
SUPLEMENTAÇÃO PRA CIMA… CPIs PARADAS
Enquanto pede mais dinheiro, a Prefeitura assiste à Câmara Municipal continuar engavetando as duas CPIs da Saúde, ambas já com assinaturas suficientes e embasamento regimental para instalação imediata.
Os pedidos, que investigariam possíveis irregularidades, contratos suspeitos e a ‘farra das dispensas’ durante a gestão Bruno Cunha Lima, permanecem travados entre a procuradoria da casa e mesa do presidente Saulo Germano — ainda sem justificativa.
CENÁRIO QUE AUMENTA A DESCONFIANÇA
A situação gera desconforto até entre parlamentares governistas, que admitem reservadamente que a combinação é explosiva:
• Prefeitura pedindo recursos extras pela enésima vez;
• Câmara impedindo que investigações avancem;
• População enfrentando serviços precários e servidores com salários atrasados.
PERGUNTA ÓBVIA E INEVITÁVEL
Se a gestão precisaria de mais dinheiro para cobrir despesas básicas, por qual motivo a Câmara não libera as CPIs que investigariam justamente para onde foi o dinheiro da Saúde?
A repetição das suplementações, somada ao bloqueio das CPIs, alimentaria a suspeita de que há um esforço para ocultar o tamanho real do colapso financeiro e administrativo do governo.
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