A Prefeitura de Campina Grande vive um cenário de completo descontrole administrativo. A chamada “guerra de secretários” veio a público após a Secretaria de Finanças não repassar os recursos necessários para o pagamento dos salários dos servidores da Secretaria de Saúde de Campina Grande, deixando trabalhadores da saúde sem receber.
Nos bastidores do Palácio do Bispo, o clima é de empurra-empurra. Finanças e Saúde trocam responsabilidades enquanto os servidores seguem penalizados. Ninguém assume, ninguém explica e, pior: ninguém resolve. A sensação é de que ninguém manda mais em nada dentro da gestão municipal.
O atraso salarial escancara a ausência de comando, planejamento e articulação mínima entre as secretarias. Enquanto isso, profissionais da saúde — que lidam diariamente com a pressão do atendimento à população — acumulam contas, revolta e indignação.
A crise já ultrapassou os muros administrativos e virou crise política. A falta de diálogo, a ausência de respostas oficiais e o silêncio do governo municipal transformaram Campina Grande em um território sem liderança, onde secretarias brigam entre si e o servidor paga a conta.
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