O governador João Azevêdo apresentou, em seu programa especial de final de ano, nesta segunda-feira (29), um balanço das principais conquistas e investimentos realizados na Paraíba desde 2019 em áreas como a saúde pública, segurança hídrica, infraestrutura, desenvolvimento econômico e segurança pública. Ele também anunciou a entrega de obras importantes para o primeiro trimestre como Adutora do Curimataú e a Adutora do Cariri, novos hospitais e centros de hemodiálises.
O programa Conversa com o Governador foi transmitido em cadeia estadual pela rádio Tabajara e pelas redes sociais do governo e contou com a apresentação de Luiz Henrique e a participação dos jornalistas e radialistas Fernanda Souza (Campina Grande), Edvaldo Reis (Rádio Santa Maria/Sistema Correio – Monteiro) Claudionor Dantas (Rádio Maringá 98,7 FM – Pombal) e Petson Santos (TV Diário do Sertão).
No programa Conversa com o Governador, João Azevêdo comentou que a gestão priorizou o planejamento, a entrega de resultados com o avanço nos serviços digitais e o “cuidado com as pessoas”. Ele destacou a saúde como um capítulo à parte com investimentos acima dos 12% obrigatórios da receita (R$ 2,5 bilhões/ano). “Além desse valor, o Estado investe mais R$ 900 milhões em saúde, chegando a R$ 3,4 milhões/ ano para suprir a demanda, inclusive dos serviços de saúde municipais”.
Saúde
João disse que a saúde pública tem um destaque muito grande pela concepção e pela forma de enfrentar os problemas. “Quando cheguei, em 2019, ao Governo do Estado, havia uma coisa que se dizia que era impossível de resolver, que se chamava cirurgias eletivas. Eu caminhava pela Paraíba, encontrei pessoas que diziam, que esperavam 8 a 10 anos por uma cirurgia.
O governador lembrou que pediu a gestão da saúde a apresentado da relação das filas que tinham em todos os hospitais da Paraíba e eram 12.500 cirurgias, fora as que nem procuravam os hospitais por descrença. “Aquilo me incomodava muito. E nós começamos a realizar cirurgias, mutirões e a gerar uma substituição no sistema. E aí a fila começou a aumentar e a demanda não terminou devido a demanda reprimida. E o resultado é que realizamos 210 mil cirurgias na Paraíba para poder acabar com a fila. Aí você vai dizer assim, zerou tudo? Não, você não zera nunca, porque todo dia tem gente precisando de novas cirurgias. Mas você não tem mais 10 anos de espera, você tem às vezes 30, 60, 90 dias esperando uma cirurgia, que nem plano de saúde privado faz uma cirurgia com menos de 90, às vezes até 120 dias. A gente conseguiu, efetivamente, reduzir e acabar esse tempo de espera”.