MAIS UMA BOMBA NO MEIO DO CAOS DA SAÚDE DE CAMPINA GRANDE, NA GESTÃO BRUNO CUNHA LIMA!!!
A QUEM REALMENTE PERTENCE O HOSPITAL PEDRO I ???
SE FOI PAGO, QUEM RECEBEU ???
DOCUMENTOS OFICIAIS, PROCESSOS JUDICIAIS E NOVAS CERTIDÕES E ESCRITURA APONTAM QUE A PREFEITURA PODE NÃO TER QUITADO A COMPRA DO ANTIGO HOSPITAL DA MAÇONARIA E PRÉDIO ESTARIA PENHORADO E PODERÁ SER CONFISCADO PELA JUSTIÇA FEDERAL – PMCG ESTARIA AINDA MAIS ENCURRALADA
O que era caos pode ter virado uma tempestade caótica para a saúde do município de Campina Grande.
A cada documento analisado, a cada certidão anexada, a cada processo vasculhado, fica mais evidente algo gravíssimo: o Hospital Pedro I — símbolo da saúde da cidade — pode NEM MESMO pertencer juridicamente à Prefeitura, apesar de estar há anos sendo comandado como se fosse patrimônio público.
TODOS OS LINKS E IMAGENS DOS DOCUMENTOS ESTÃO ANEXADOS NA MATÉRIA.
Isso significa, em palavras diretas:
Pode ter hospital público sendo administrado sem ter sido pago.
Podem existir milhões de reais ainda pendentes.
Podem ter enganado a população sobre a “finalização da compra” do Pedro I.
E agora, com a nova leva de documentos, a gestão Bruno Cunha Lima está mais encurralada do que nunca.
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A CERTIDÃO QUE ACENDEU A LUZ VERMELHA DE VEZ
Entre os documentos, um chama atenção pela frieza e clareza:
A certidão do SISBAJUD, processo 0001799-20.2012.4.05.8201, da 10ª Vara Federal.
Ela diz, com todas as letras, que:
• Foram feitas 11 tentativas de bloqueio;
• Todas deram NEGATIVAS;
• Não existe nenhum centavo disponível nas contas do executado;
• O sistema automático de repetição foi encerrado em 20/06/2025, depois de 30 dias de buscas;
Isso, dentro de uma investigação sobre um hospital que a Prefeitura afirma ter “comprado”, é um sinal de alerta gigantesco.
Bloqueios insistentes, reiterados, automáticos — e NADA é encontrado.
O que isso revela?
Um quadro de execuções infrutíferas, somado a um acervo documental que explode a tese de que essa compra foi concluída.
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PAPELADA NÃO MENTE: A COMPRA PODE NÃO TER SIDO QUITADA
O conjunto de documentos aponta para um cenário estarrecedor:
• Escritura pública que exige pagamentos específicos — não comprovados integralmente.
• Peticionamentos judiciais mencionando valores ainda pendentes.
• Matrículas imobiliárias com averbações, restrições e ausência de declaração de quitação.
• Laudos e relatórios confirmando disputas envolvendo o antigo hospital.
Tudo leva a uma conclusão inevitável:
O Pedro I pode ter sido “tomado” pela Prefeitura sem estar pago.
A municipalização pode ter sido feita com lacunas gravíssimas.
O hospital pode estar juridicamente vulnerável e ainda litigioso.
Se confirmado, isso desmonta anos de discurso oficial.
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IMPLICAÇÕES: UM RISCO JURÍDICO SEM PRECEDENTES
Caso a falta de quitação seja provada, abre-se um abismo:
• Atos administrativos se tornam ilegítimos.
• Contratos e decisões podem ser considerados nulos.
• A gestão pode ser responsabilizada por dano ao erário,
ocultação de passivos, e até improbidade administrativa.
E tem mais:
Os processos de execução fiscal — como o documento do SISBAJUD — comprometem ainda mais o patrimônio público, criando um gigantesco passivo que ninguém até agora assumiu publicamente.
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O COLAPSO MAIOR: A SAÚDE DE CAMPINA GRANDE ESTÁ DESMORONANDO
O escândalo do Pedro I não está isolado.
Ele faz parte de um rastro de destruição deixado pela gestão Bruno Cunha Lima:
• Mortes maternas e neonatais no ISEA, acumuladas ano após ano, além de apagões no Dr. Edgley e Isea, sem punição.
• Hospitais contratualizados — João XXIII, FAP, Antônio Targino, HELP — reduzindo, travando ou suspendendo serviços por falta de pagamento.
• Pacientes graves, à beira da morte, aguardando cirurgias e atendimentos que não acontecem por falta de repasse.
• Contratos emergenciais e dispensas suspeitas que seguem sendo denunciadas na cidade.
• Um sistema que colapsa por dentro, enquanto a gestão de Bruno Cunha Lima segue anunciando festas, eventos e propaganda.
A situação do Pedro I, portanto, não é exceção.
É sintoma de uma gestão caótica, improvisada e cercada de sombras.
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OS PRÓXIMOS MOVIMENTOS: O CERCO VAI FECHAR
Com todos os documentos já reunidos — certidões, processos, matrículas, averbações, laudos e a sequência de bloqueios frustrados — o caminho está cada vez mais nítido:
• A municipalização do Pedro I pode ter sido feita sem quitação plena.
• O patrimônio pode continuar litigioso.
• A sociedade e os órgãos de controle precisam ser acionados imediatamente.
Abre-se espaço para:
• Representação ao MPF;
• Representação ao MPPB;
• Pedido de auditoria externa independente;
• Questionamento formal sobre a legalidade da posse do imóvel pela Prefeitura.
O escândalo pode não ter terminado, e sim estar apenas começando.
SOLICITAMOS UMA POSIÇÃO OFICIAL DA PMCG ATÉ O FECHAMENTO E PUBLICAÇÃO DESSA MATÉRIA, AINDA SEM SUCESSO, E CONTINUAMOS NO AGUARDO DE ALGUMA SATISFAÇÃO PARA A SOCIEDADE CAMPINENSE.
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