"Há ao menos 26 casos de demissões, suspensões ou punições a trabalhadores por publicações nas redes sociais em que pessoas comemoravam ou ironizavam a morte de Charlie Kirk, segundo levantamento do Poder360 baseado em entrevistas, declarações públicas e reportagens.
O movimento que pressiona pelas demissões é apoiado por políticos do Partido Republicano, do presidente norte-americano Donald Trump, e por ativistas de direita. No Brasil, uma campanha semelhante, impulsionada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), também já provocou demissões e cancelamentos de eventos de profissionais da área da cultura, da saúde e do marketing.
O historiador e escritor Eduardo Bueno teve um evento cancelado pela PUC-RS (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul) em Porto Alegre. "Peninha", como é conhecido, disse que "é sempre terrível um ativista ser morto por suas ideias, exceto, exceto quando é o Charlie Kirk."
Com informações do Poder 360