'Não existe medicamento igual no mundo, conta pesquisadora sobre droga que devolveu movimentos após lesão da medula

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Tatiana Sampaio, chefe do Laboratório de Biologia da Matriz Extracelular, do Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ, divulgou pela primeira vez os resultados iniciais de um trabalho de 27 anos sobre polilaminina.

A molécula, sintetizada a partir de uma proteína extraída de placentas, surge como uma opção simples, barata e, mais importante, com indícios fortes de que é eficaz na recuperação de movimentos após lesão da medula. O estudo inicial com humanos foi pequeno, somente 8 voluntários, mas em alguns deles reverteu completamente a paralisia.

Fonte jornal O Globo

Blog do Milton Figueirêdo

Milton Figueirêdo

Jornalista com especialização em telejornalismo.

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