Pacientes do Hospital Pedro I voltaram a denunciar falta de atendimento ortopédico e descaso dentro da unidade. Relatos feitos à imprensa descrevem o desespero de pessoas com dores intensas, aguardando atendimento por horas — algumas desde o dia anterior. As informações revelam pacientes nos corredores, deitados em macas e cadeiras, sem assistência médica adequada, cenário que expõe a precariedade em um hospital que deveria ser referência na rede municipal.
A situação reforça denúncias recorrentes de escassez de profissionais, superlotação e desorganização no fluxo de atendimento. Até o momento, não houve posicionamento oficial da gestão municipal sobre o problema.
O colapso, porém, não se restringe ao Pedro I. O Hospital da Criança e do Adolescente também enfrenta críticas constantes, assim como o Hospital Dr. Edgley. Profissionais denunciam salários médicos atrasados há cinco meses, além de falta de pagamentos a hospitais privados, filantrópicos, clínicas de exames, laboratórios e diversos fornecedores da Prefeitura de Campina Grande — o que compromete insumos, escalas e a continuidade do atendimento.
O cenário se agrava no ISEA, onde pacientes e servidores relatam sobrecarga, demora em atendimentos e limitações estruturais. Nas UPAs, a realidade é de lotação frequente, longas esperas e falta de profissionais, empurrando casos para corredores e ampliando o risco assistencial. Já nos postos de saúde, moradores denunciam falta de medicamentos básicos e insumos, interrompendo tratamentos contínuos e forçando a busca por atendimento de urgência.
O resultado é um sistema pressionado diariamente, com pacientes pagando a conta da má gestão e do silêncio administrativo diante de uma crise que se agrava a cada dia.
#CampinaGrande #SaúdeEmColapso #HospitalPedroI #HospitalDaCriança #DrEdgley #ISEA #UPAs #PostosDeSaúde #CriseNaSaúde #GestãoBrunoCunhaLima