O RETRATO CRU DA MAIOR CRISE NA PMCG DE TODOS OS TEMPOS - FORNECEDORES E SERVIDORES DESESPERADOS
Campina Grande vive um esgotamento total da sua rede pública de Saúde. Não é crise, não é aperto, não é falha pontual: é um colapso absoluto, resultado de atrasos, calotes, improvisos, abandono e uma gestão que perdeu completamente o controle da máquina pública.
Enquanto a CPI que deveria expor tudo isso continua parada, como se a cidade estivesse em perfeita normalidade, o sistema se arrasta em condições que beiram o inaceitável.
Aqui está a realidade — inteira, sem reduzir nada:
* Servidores com salários atrasados, incluindo médicos, enfermeiros, técnicos, auxiliares e profissionais terceirizados de todas as áreas.
* Plantões não pagos, acumulando meses de débitos que colocam profissionais em desespero.
* Hospitais afogados em dívidas milionárias E SEM RECEBER OS SEUS PAGAMENTOS QUE JÁ VEM DIRETO DO GOVERNO FEDERAL E SOME NA PMCG, comprometendo fornecedores, escalas e funcionamento básico.
* Aluguéis atrasados de imóveis e estruturas essenciais, com risco real de despejo e suspensão de serviços.
* Débitos gigantescos com clínicas conveniadas e laboratórios, que já reduziram ou paralisaram atendimentos.
* Suspensão de exames, consultas e procedimentos por falta de pagamento da Prefeitura.
* Fornecedores interrompendo entregas por calote acumulado.
* Unidades hospitalares sem materiais básicos, sem remédios, sem manutenção e operando no improviso.
* UPAs sucateadas, com equipamentos quebrados, infiltrações, mobiliário destruído e plantões em situação limite.
* Postos de saúde em estado crítico, sem condições de uso, sem insumos e com salas interditadas.
* Odontologia pública praticamente extinta, com consultórios quebrados, cadeiras inutilizadas e materiais vencidos ou inexistentes.
* Dívidas gigantes com prestadores de serviços essenciais, como limpeza, apoio, recepção e segurança.
* Plantões ameaçados diariamente, porque equipes não recebem e não têm condições mínimas de trabalho.
* Interdições do COREN no Hospital Pedro I, que expuseram ao país o cenário de risco e abandono dentro de uma das principais unidades da cidade.
* Ambulâncias e serviços de apoio sem manutenção, faltando pneus, peças e combustível.
* Falta de medicamentos básicos e essenciais, desde antibióticos a insulinas e materiais de curativo.
* Ausência completa de planejamento financeiro, gerando acúmulo de dívidas e risco sistêmico de colapso total.
Diante disso, Campina Grande pergunta — e com razão:
para onde foi o dinheiro da Saúde na gestão de Bruno Cunha Lima?
Como uma gestão com orçamento bilionário entrega ao povo uma rede tão devastada?
Como uma cidade do porte de Campina Grande aceita ver profissionais sem salário, hospitais caindo aos pedaços e unidades interditadas por falta de condições mínimas?
E o mais grave:
como a CPI da Saúde continua parada diante do maior escândalo administrativo da cidade?
O silêncio é ensurdecedor.
A paralisia é suspeita.
E o caos é inegável.
Campina Grande exige respostas.
Exige investigação.
Exige transparência.
Porque o que está acontecendo não é erro — é abandono.
E a população não aguenta mais.