OPINIÃO: GESTÃO DE BRUNO CUNHA LIMA É UMA DAS MAIORES FRAUDES POLÍTICAS E UM ESPÉCIE DE ESTELIONATO ELEITORAL JAMAIS VISTO NA PARAÍBA

A pergunta que ecoa em toda Campina Grande é uma só:

O que a cidade fez para merecer tanto descaso, tanta omissão e tamanha incompetência?


A verdade é dura, mas precisa ser dita:

Campina Grande não tem mais prefeito efetivo. Tem apenas um nome, uma cadeira e um marketing milionário sustentando uma farsa.


Bruno Cunha Lima implorou para ser prefeito, depois reeleito, vendeu um sonho, prometeu mundos e fundos — mas entregou à população um pesadelo administrativo. Transformou uma gestão equilibrada, moderna e respeitada — deixada por Romero Rodrigues — em um retrato do caos, da inércia e da desordem.


A propaganda milionária, paga com o dinheiro do povo, tenta mascarar a realidade. Outdoors, vídeos e narrativas publicitárias sustentam uma mentira colossal: Campina Grande vive um momento de prosperidade. Mas o que se vê nas ruas é o contrário — a saúde enfrenta colapso, servidores têm salários atrasados, obras estão paradas e bairros apresentam abandono estrutural. Uma cidade entregue à própria sorte.


Hoje, Campina Grande acumula dívidas milionárias, incluindo fornecedores, aluguéis, médicos, hospitais, construtoras e serviços essenciais. O povo trabalha e paga impostos altos como nunca, mas não vê retorno: é dinheiro público desperdiçado enquanto a cidade enfrenta crise financeira.


A classe produtiva não é valorizada nem ouvida, apenas vê aumentar as dificuldades para produzir, em qualquer segmento que envolva o município.


Recentemente, transferências federais, como o FPM, foram bloqueadas por irregularidades junto ao Governo Federal, segundo informações oficiais divulgadas pela União. Algo considerado grave para um município do porte de Campina Grande.


Bruno recebeu uma Prefeitura com dinheiro em caixa, obras em andamento e bom nível de aprovação popular da gestão anterior. Mesmo assim, conseguiu destruir em poucos anos o que levou décadas para ser construído.

E como dizem alguns pseudo-aliados: “o maior inimigo de Bruno é o próprio Bruno”.


Nos bastidores, nomes históricos da política paraibana — Cássio, Pedro, Tovar, Romero, Veneziano, Dalton Gadelha e Artur Bolinha — já nem mencionam o nome do atual prefeito. Alguns se referem a ele apenas como “aquele cidadão”, tamanho o desgaste e o constrangimento político.


Isolado, sem comando, sem equipe comprometida e sem credibilidade, Bruno Cunha Lima tornou-se um sumido dentro da própria Prefeitura. Secretários afirmam que o prefeito não despacharia mais com praticamente ninguém, não decide, não conversa, não governa. Vive em uma bolha, enquanto Campina enfrenta dívidas, salários atrasados, abandono e crise administrativa.



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Blog do Milton Figueirêdo

Milton Figueirêdo

Jornalista com especialização em telejornalismo.

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