OPINIÃO - MILTON FIGUEIRÊDO A ANÁLISE QUE PRECISA SER FEITA SOBRE O MAIOR SÃO JOÃO DO MUNDO: PATRIMÔNIO DE CAMPINA GRANDE, DA PARAÍBA, E MOTOR DA NOSSA ECONOMIA E TURISMO



Campina Grande construiu, ao longo de décadas, uma das maiores expressões culturais do Brasil. O Maior São João do Mundo não é apenas um evento festivo; é um patrimônio imaterial que traduz a identidade, a força econômica e a capacidade de organização de uma cidade que aprendeu a transformar tradição em desenvolvimento.


O modelo de gestão adotado, em parceria com a iniciativa privada por meio da Arte Produções, representa um divisor de águas na história da festa. A partir dessa formatação, o São João passou a ter uma estrutura moderna, eficiente e com capacidade de planejamento a longo prazo, garantindo autonomia operacional e segurança financeira. Esse formato consolidou o evento como um case de sucesso em gestão pública aliada ao setor privado, permitindo que a festa crescesse sem comprometer os cofres municipais.


Hoje, o São João tem uma dinâmica própria. Trata-se do período de maior faturamento para o comércio e para o setor de serviços da cidade, impactando diretamente bares, restaurantes, hotéis, transporte, salões de beleza, ambulantes, costureiras, músicos, técnicos, montadores de estrutura e tantos outros segmentos. É uma cadeia produtiva ampla que movimenta a economia, gera emprego e renda e projeta Campina Grande para o Brasil e para o mundo.


Por isso, qualquer dificuldade financeira ou administrativa que o município eventualmente enfrente não pode — e não deve — contaminar o evento. O modelo atual assegura que a realização da festa não dependa diretamente de grandes aportes públicos, preservando sua continuidade e fortalecendo sua credibilidade. O São João é, hoje, autossustentável dentro de uma lógica de gestão compartilhada e eficiente.


É fundamental compreender que O Maior São João do Mundo pertence ao povo de Campina Grande. Não é de um grupo político, de uma gestão específica ou de interesses eleitorais. É da cidade. É da cultura nordestina. É de quem vive e trabalha aqui e encontra na festa uma oportunidade real de crescimento.


O comércio, o trade turístico, os artistas, os prestadores de serviço e todos os setores que se beneficiam direta e indiretamente do evento precisam ser colocados no centro das atenções. O foco deve estar na geração de oportunidades, na valorização da cultura e na promoção da cidade como destino turístico estratégico.


A condução realizada pela Arte Produções ao longo dos últimos anos tem se mostrado acertada, profissional e alinhada com a grandiosidade do evento. O resultado é uma festa organizada, segura, atrativa e economicamente viável, que amplia o fluxo de visitantes e fortalece a imagem de Campina Grande no cenário nacional.


Não há espaço para que disputas políticas ou movimentos eleitoreiros tentem se apropriar ou criar instabilidade em torno do São João. Qualquer tentativa nesse sentido não atinge apenas a estrutura do evento — atinge diretamente a economia da cidade, o turismo do estado e o sustento de milhares de famílias.


Defender O Maior São João do Mundo é defender Campina Grande. É proteger empregos, estimular negócios, valorizar a cultura e garantir que nossa cidade continue sendo protagonista no calendário turístico brasileiro.


O sucesso do São João é o sucesso do nosso povo. E isso está acima de qualquer interesse político.


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Blog do Milton Figueirêdo

Milton Figueirêdo

Jornalista com especialização em telejornalismo.

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