Enquanto o sindicato cobrava salários atrasados dos servidores que fizeram a retirada dos peixes mortos do Açude Velho, o secretário da SESUMA, Dorgival, optava por gravar mais um vídeo sensacionalista, repleto de caras, bocas e gestos espalhafatosos.
A cena escancara o contraste: de um lado, trabalhadores submetidos a um serviço pesado, emergencial e essencial à saúde pública, sem receber o que lhes é devido; do outro, a tentativa de capitalizar politicamente uma tragédia ambiental que não surgiu por acaso — foi construída por omissões, descaso e falhas da própria gestão.
O episódio do Açude Velho não pede espetáculo. Exige responsabilização, pagamento imediato dos servidores, transparência e ações concretas para impedir que o desastre se repita.
Vídeo não limpa lago. Vídeo não paga salário. Vídeo não resolve crise ambiental.
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