A precariedade na saúde pública de Campina Grande atinge um nível alarmante. Uma obra esquecida há vários anos no prédio do ISEA – Instituto de Saúde Elpídio de Almeida, localizada acima da ala de Pré-Natal de Alto Risco, ameaça desabar a qualquer momento. Duas caixas d’água gigantes permanecem sustentadas apenas por escoras, numa estrutura visivelmente comprometida desde o início da gestão de Bruno Cunha Lima, que não tomou qualquer providência para solucionar o problema.
O risco é real, diário e afeta diretamente gestantes e bebês que já enfrentam condições de saúde delicadíssimas. Profissionais relatam medo constante diante de uma tragédia anunciada que pode ocorrer a qualquer instante se nada for feito.
A gravidade da situação exige ação imediata do CREA, da Defesa Civil e do Ministério Público, que precisam intervir com urgência para evitar um colapso estrutural em plena maternidade referência da região.
Enquanto isso, o prefeito de Campina Grande permanece em silêncio e ausente, mesmo diante de uma crise que coloca vidas inocentes em risco há anos.
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