O caos financeiro da Prefeitura de Campina Grande teria chegado a um ponto crítico. Segundo especialistas em gestão pública, seriam necessários mais de R$ 1,5 bilhão apenas para regularizar as contas e tirar a PMCG do buraco cavado pela atual administração.
O valor astronômico representa o rombo emergencial nas finanças do município — resultado de anos de irresponsabilidade, falta de transparência e descontrole orçamentário.
A lista de dívidas é longa: encargos financeiros, aluguéis atrasados, fornecedores sem pagamento, construtoras, contratos pendentes e servidores desesperados por salários. Enquanto isso, a cidade amarga hospitais sem insumos, escolas abandonadas e obras paradas.
Campina Grande vive um colapso anunciado, e o prefeito Bruno Cunha Lima parece não ter mais como esconder o desastre que tomou conta da gestão.
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