As estruturas temporárias erguidas para a COP30, em Belém (PA), deixaram um rombo bilionário para trás. Orçadas em R$ 423,5 milhões e contratadas por R$ 211 milhões após um desconto oferecido pelo Grupo DMDL, parte dos pavilhões da Blue Zone foi completamente perdida, transformando um dos maiores investimentos do evento em prejuízo puro.
Além dos pavilhões destruídos, o impacto financeiro também atingiu o Hotel Vila COP, construído pelo mesmo grupo para hospedar delegações estrangeiras. Tudo somado, trata-se de uma das maiores perdas estruturais já registradas em um evento internacional realizado no país, com custos que agora recaem integralmente sobre os cofres públicos e sobre a já criticada execução contratual da OEI.
A DMDL segue sem se pronunciar sobre a dimensão dos danos e sobre o destino dos valores já recebidos.
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