Se não houver gestão de funcionamento do Rodoshopping do CAJÁ, não adiante nem criar expectativa - Melhor uma PPP ou vender tudo

Cajá.
(Imagem: Reprodução)

Comemoro e parabenizo o Governo da Paraíba pela intenção e ação administrativa de entrega do famoso Rodoshopping, ABANDONADO no município de Caldas Brandão, no meio do caminho para quem transita entre Campina Grande a João Pessoa.

Todavia, caso o Governo também não tenha um plano de gestão para o equipamento funcionar, ou os empresários que forem se estabelecer não queiram se adequar, pouco vai adiantar e pode se transformar em um equipamento CACARECO.

Por outro lado, se houver uma gerência dedicada, com acompanhamento de gestão, pode se transformar em uma grande referência para o comércio e para o artesanato paraibano.

Vamos aguardar.

Matéria completa do Instagram do Bomba Paraíba:

‘@bombaparaiba_ O Rodo-Shopping de Cajá, localizado nas margens da BR-230 entre João Pessoa e Campina Grande, pode estar próximo de retomar suas atividades. Foi o que informou o governador João Azevêdo (PSB).

Inaugurado em 2009 por Cássio Cunha Lima, relançado no final de 2010 por José Maranhão e inaugurado de vez por Ricardo Coutinho em 2013, os comerciantes demoraram apenas poucos dias a reclamarem de problemas estruturais, hidráulicos e no estacionamento do Rodo-Shopping. Aos poucos, tanto público quanto empresário abandonaram o local que custou mais de R$ 6 milhões.

Um dos responsáveis a colocar o edital para as empresas é o secretário-executivo Petrônio Rolim, da Secretaria de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão. Ele revelou que o processo licitatório estará disponível nos próximos dias, com a intenção de que os 47 mil metros quadrados possam voltar a funcionar. O valor ainda não foi definido, mas o pagamento será mensal.

"A definição desse valor é traduzido por uma modelagem econômica, que já foi apresentada à comissão de licitação e estará nos próximos dias apresentando dentro do edital, onde o empresário irá fazer o investimento de recuperar tudo aquilo ali e passará a pagar uma outorga mensal da concessão de uso de um equipamento público" informou ao programa Hora H, da Rede Mais Rádio.

"A medida que o tempo for passando, esses valores terão que ser atualizados em face do estudo que foi desenvolvido.

Mas é algo totalmente dentro da realidade de mercado e que conversa com o investimento e com a possibilidade de lucratividade pela iniciativa privada pela exploração" continuou Petrônio Rolim.‘

Por Milton Figueirêdo

Com informações: Mais PB & Bomba Paraíba

Blog do Milton Figueirêdo

Milton Figueirêdo

Jornalista com especialização em telejornalismo.

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