Enquanto Campina Grande enfrenta uma crise sem precedentes na saúde pública — com interdição parcial de setores do Hospital Pedro I, greve suspensa à força, profissionais sem receber e unidades à beira do colapso — o prefeito Bruno Cunha Lima finalmente reapareceu. Mas, segundo veículos da imprensa local, sua reaparição não foi para prestar contas, dar explicações ou apresentar soluções.
Bruno teria surgido discretamente apenas para participar de uma reunião fechada, sem divulgação oficial, sem imprensa e sem registro público. O encontro, envolto em silêncio absoluto da gestão, levanta ainda mais questionamentos sobre o que estaria sendo tratado longe dos olhos da população justamente no momento em que o sistema de saúde grita por socorro.
A cidade vive um caos:
– interdições éticas do Coren-PB por risco à vida;
– falta de estrutura básica;
– denúncias de abandono e precarização;
– atrasos salariais;
– pacientes sem atendimento;
– investigações em curso.
Diante desse cenário explosivo, a ausência de transparência na agenda do prefeito acende um alerta gravíssimo. A população quer respostas — e não reuniões escondidas. Quer ações — e não aparições silenciosas. Quer governo — e não sumiço.
Se o gestor só aparece para encontros secretos, a pergunta fica: o que Bruno Cunha Lima teme mostrar ao público?
Campina Grande merece, urgentemente, explicações claras e ações concretas. A crise já ultrapassou o limite do tolerável.
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