A gestão de Bruno Cunha Lima vive um caos sem precedentes. Sem pagar servidores, médicos e fornecedores, o prefeito tenta agora remanejar R$ 95 milhões para tapar o rombo e socorrer a Secretaria de Saúde.
Nos bastidores, o clima é de guerra aberta entre secretários, cada um tentando salvar os próprios interesses, enquanto a cidade afunda no desgoverno e na falta de comando.
A promessa do Palácio do Bispo é regularizar parte dos pagamentos até sexta-feira, mas ninguém acredita. Campina Grande está sem rumo, sem dinheiro e dominada pelo caos administrativo.