A crise financeira e administrativa da Secretaria Municipal de Saúde de Campina Grande voltou a estourar na ponta mais frágil: os trabalhadores. Prestadores de serviço denunciam que, mais uma vez, a Prefeitura descumpriu o próprio prazo e não pagou os salários prometidos até o dia 10. O dinheiro não caiu. A promessa virou mais um capítulo do calote institucionalizado da gestão Bruno Cunha Lima.
Enquanto isso, os servidores efetivos relatam que somente hoje a PMCG se dignou a pagar o complemento do piso da enfermagem — recurso federal, carimbado, garantido, que jamais deveria ter atrasado. A diretora do SINTAB, @marypriscila, reforça o absurdo: mesmo sendo verba federal destinada exclusivamente à remuneração dos profissionais, o município reteve o pagamento, causando mais insegurança, revolta e indignação.
A pergunta que começa a ecoar é simples: se até o dinheiro federal chega atrasado na mão dos trabalhadores, o que está acontecendo nas contas da Secretaria de Saúde?
Até agora, nenhuma palavra da secretária de Saúde.
O espaço continua aberto — mas a paciência dos trabalhadores, não, pois o que está em aberto para eles é o pagamento dos boletos.
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