O núcleo duro da gestão Bruno Cunha Lima vive uma guerra de bastidores que já não dá mais para esconder. De um lado, Tamela Fama, que tenta emplacar o projeto milionário do Natal Iluminado. Do outro, Gustavo Braga (Finanças) e Diogo Lyra (Administração), que tinham travado a ideia diante do rombo administrativo e financeiro que tomou conta da Prefeitura de Campina Grande.
A queda de braço terminou — e terminou mal para o contribuinte, como sempre.
Mesmo com:
• salários atrasados,
• interdições do COREN no Hospital Pedro I,
• UPAs sucateadas,
• postos de saúde sem material,
• odontologia praticamente paralisada,
• aluguéis em atraso,
• médicos deixando os plantões por falta de pagamento,
• veículos da Prefeitura bloqueados e recolhidos pela locadora,
• creches e obras travadas,
• servidores revoltados,
• e um caos administrativo sem precedentes,
…a ordem agora é direcionar milhões para um evento natalino, considerado internamente um “custo político” necessário para tentar salvar a imagem do governo.
Fontes ligadas à própria gestão afirmam que Bruno Cunha Lima decidiu bancar a pressão popular, mesmo sob forte resistência dos setores técnico-financeiros — que vinham alertando para o risco de colapso total de serviços essenciais.
A vitória de decoração diante do caos financeiro e administrativo da PMCG reacende a polêmica: por que priorizar iluminação, show e decoração, enquanto áreas básicas como saúde, educação e mobilidade estão afundadas?
A resposta, segundo relatos nos bastidores: marketing e propaganda.
O clima dentro da Prefeitura é descrito como “insustentável”. Há quem afirme que a guerra entre os super-secretários deve se intensificar nas próximas semanas — e que a decisão de colocar milhões na iluminação pode gerar uma reação em cadeia entre secretarias já estranguladas por falta de recursos.
Enquanto isso, a população segue no escuro — mas a cidade, ao que tudo indica, ficará brilhando em dezembro.
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