A virada política em Cabedelo ganhou contornos ainda mais dramáticos nesta sexta-feira. O Tribunal Superior Eleitoral jogou um balde de água fria na última tentativa da vice-prefeita cassada, Camila Holanda, de permanecer no cargo. O pedido de efeito suspensivo apresentado por ela — considerado sua “cartada final” para evitar a posse de Edvaldo Neto — foi simplesmente derrubado.
A decisão do ministro Ricardo Villas Bôas Cueva mantém intacta a cassação imposta pelo TRE-PB e confirma: não há nenhum obstáculo para que o presidente da Câmara Municipal assuma imediatamente a prefeitura. Ou seja, Cabedelo segue sob nova direção.
No recurso enviado diretamente ao TSE, Camila alegava atropelos, supostas falhas na análise do processo e tentava argumentar que a decisão teria sido “apressada”. Nada colou. O ministro foi categórico: não existe risco irreparável, não há fundamento para suspender a cassação e a decisão do TRE-PB permanece soberana.
A derrota é pesada. Com o efeito suspensivo negado, Camila vê ruir a estratégia jurídica que sustentava sua permanência no cargo. Agora, sua única esperança é o julgamento do mérito — que ainda será analisado, mas sem qualquer garantia de reversão.
O clima em Cabedelo é de reviravolta política total. Aliados de Edvaldo Neto já tratam a decisão como irreversível, enquanto o grupo de Camila tenta reorganizar o discurso diante da avalanche jurídica que atingiu a ex-gestora.
Fato é: o TSE foi claro, direto e fulminante.
Edvaldo Neto está liberado para assumir o comando da cidade.
E a vice-prefeita cassada sofre sua mais dura derrota desde o início do processo.
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