Às vésperas do segundo turno, Lula parte para o 'tudo ou nada' com pacote de ações eleitoreiras

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EDIÇÃO DA SEMANA | Uma das características mais conhecidas do PT é a capacidade de mobilizar a militância, formada em sua maioria por estudantes, funcionários públicos e sindicalistas. No primeiro turno, talvez acreditando que a reeleição de Lula estava bem encaminhada, não se viram grandes manifestações, passeatas e carreatas. Com a possibilidade de derrota no horizonte do segundo turno, no entanto, os petistas foram convocados a sair às ruas e responderam. No domingo 11, 260 000 pessoas lotaram a Avenida Paulista. No dia seguinte, a concentração foi em Copacabana. Eventos menores se repetiram em várias capitais durante a semana. Os petistas sabem que esses atos podem até converter alguns votos, mas não o suficiente para uma virada. As pesquisas indicam que Lula e o senador Flávio Bolsonaro (PL) estão tecnicamente empatados dentro da margem de erro, com vantagem numérica para o candidato oposicionista. Estima-se que o presidente precisa atrair no mínimo 6,5 milhões de novos eleitores até o dia 25 de outubro para conquistar o quarto mandato. A tarefa é difícil. Talvez por isso, a estratégia para tentar atingir esse objetivo tem obedecido a pouquíssimos limites.

Com informações do Veja Mais.

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