ESCÂNDALO DO INSS: PF tentou evitar distribuição automática para Mendonça de investigação sobre Lulinha

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ESCÂNDALO DO INSS: PF tentou evitar distribuição automática para Mendonça de investigação sobre Lulinha
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NOVO SORTEIO ELETRÔNICO, PORÉM, MANTEVE O CASO DO MINISTRO

A abertura do inquérito para investigar Luís Cláudio Lula da Silva, o Lulinha, mobilizou o gabinete do ministro André Mendonça, a Procuradoria-Geral da República (PGR) e a presidência do STF, além da área técnica da Corte. Um debate nos bastidores que se arrastou por quase uma semana diante da investida da Polícia Federal acabou escalando o desgaste dos investigadores com o gabinete de Mendonça, com direito a uma espécie de reviravolta eletrônica.

Ao encaminhar o pedido de abertura do inquérito, em 24 de julho, a Polícia Federal sustentou que a apuração tratava de fatos distintos dos investigados na Operação Sem Desconto. A PF vai investigar Lulinha por tráfico de influência e corrupção ao supostamente favorecer o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como "Careca do INSS".

Por isso, sustentou, o caso não deveria ser distribuído por prevenção ou seja, automaticamente ao ministro André Mendonça, relator das investigações relacionadas ao esquema de fraudes no INSS e que já analisava quebras de sigilo de Lulinha.

Com informações do InfoMoney.

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